política de infra-estrutura e impactos adversos sobre ciclistas

Sobre o tema

No contexto brasileiro, o discurso sobre meios de transporte sustentáveis vem sendo concretizado sobretudo através do desenvolvimento de novas infraestruturas para meios de transporte não motorizados, especialmente para o uso de bicicleta. Em algumas cidades, entretanto, essas novas instalações não conseguem estimular o uso de bicicletas como meio de transporte regular. Isso pode ser causado por infraestruturas que não satisfazem as demandas dos ciclistas em termos de acesso a locais de atividade adequados, sem exposição a níveis exacerbados de ruído e estresse. A pesquisa visa entender o papel do planejamento na formulação e implantação de estratégias para incentivo do uso da bicicleta como meio de transporte. Também irá avaliar os níveis de ruído e estresse ao longo de rotas cicloviárias a fim de identificar as melhores práticas para o planejamento de infraestruturas para bicicletas.

Um rápido processo de urbanização, associado a um crescimento considerável no número de automóveis privados circulando nas áreas urbanas nos últimos anos, tem gerado pressão para melhorias nas condições de mobilidade de muitas cidades brasileiras. Os protestos observados nas principais cidades em 2013 foram apenas parte deste processo, que tem diferentes consequências. Uma delas é o recente aumento de infraestruturas para bicicletas. À primeira vista, isto iria estimular o uso de bicicletas como um meio de transporte regular. Em muitos casos, no entanto, as novas infraestruturas não são projetadas e implantadas de acordo com as necessidades dos ciclistas, resultando em um baixo uso das instalações recém construídas, além de outras consequências indesejadas.
Este tema busca identificar alternativas bem-sucedidas de estímulo ao uso da bicicleta como meio de transporte. Isto será feito por meio da análise de estratégias de planejamento adotadas em São Carlos e São Paulo (Brasil), em Groningen, Amsterdam e Houten (Holanda) e em Londres (Inglaterra). A este objetivo está associada uma questão de pesquisa. As estratégias de planejamento adotadas pelas cidades brasileiras nos últimos anos para a implantação de rotas cicloviárias estão sendo efetivas, isto é, resultam em infraestruturas compatíveis com as necessidades dos ciclistas?
Para a pesquisa, serão realizadas entrevistas com grupos interessados (stakeholders) nas cidades selecionadas para entender os aspectos específicos do planejamento de estratégias. É importante entender como e se estão sendo atendidas as necessidades dos ciclistas, as características dos ambientes urbanos e da infraestrutura para bicicletas, políticas bem e malsucedidas e os processos de implantação.
Para as duas cidades selecionadas no estado de São Paulo, sensores inovadores medirão a exposição de ciclistas ao ruído e ao estresse. Os sensores de nível de estresse funcionam em uma braçadeira utilizada pelos ciclistas para medir mudanças na condutividade e temperatura da pele como indicadores de estresse. Um sensor móvel acoplado a uma bicicleta medirá a exposição a ruídos em rotas de ciclismo selecionadas para análise.
Você achará as conclusões geradas por esta pesquisa particularmente úteis se estiver envolvido com o planejamento local de infraestruturas para bicicleta ou de políticas locais para promover meios de transporte sustentáveis.
Este tema é liderado pelo Dr. Antônio Nélson Rodrigues da Silva, pelo Dr. Gustavo Garcia Manzato e pelo Dr. Inaian Pignatti Teixeira.

Contato: Política de Infra-estrutura e das suas repercussões negativas sobre Ciclistas da equipe

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O projeto retratam visa determinar quais as características dos ambientes urbanos, comunidades locais, e a governança da física curta infra-estruturas influência e ciclismo e como estes podem ser otimizados para alcançar uma mobilidade urbana sustentável para todos.

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